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 Flexibilizações vs adaptações curriculares: confira as diferenças!

As flexibilizações curriculares e adaptações curriculares são essenciais para aumentar os resultados da sua universidade!

Atualmente, o engajamento dos alunos em salas de aula não é tão grande, seja no ensino médio ou superior. Por conta disso, muitos gestores procuram maneiras de melhorar os métodos de ensino-aprendizagem, para que seus discentes consigam absorver melhor os conteúdos que são ensinados.

Para que isso seja possível, existem 2 grandes métodos muito importantes, como a flexibilização curricular e as adaptações curriculares, mas, apesar de serem parecidos, existem algumas diferenças entre eles. Você sabe quais são?

O que é adaptação curricular?

A primeira coisa que deve-se entender para entre os dois métodos de ensino, é saber as diferenças entre cada um deles.

A adaptação curricular, por exemplo, é um conjunto de estratégias que possibilitam ao professor adaptar suas metas de ensino, mas envolvendo habilidades e conteúdos que estão presentes na grade curricular do curso, conseguindo assim, conceder maior maleabilidade ao currículo escolar.

Com isso, eles conseguem desenvolver atividades e trabalhos que façam com que os alunos se interajam muito mais, como filmes, debates, entre outras, o que ajuda muito no ensino-aprendizagem de todos os discentes, mas como é a flexibilização curricular?

O que é flexibilização curricular?

Um dos grandes motivos para a desistência de alunos durante o curso é que toda a atenção da universidade e da grade curricular é voltada ao que os gestores escolhem, sem considerar o discente, que, na verdade, deveria estar em primeiro plano.

Quando entram em um curso, mas encontram disciplinas que acreditam não ser essenciais para seu futuro profissional, acabam ficando desanimados, o que pode motivá-los a desistir dos estudos e sair da universidade.

Além disso, não prestando atenção no que está sendo ensinado, acaba gerando menos engajamento, o que pode prejudicar significativamente os resultados da instituição.

Por esse motivo, surgiu a flexibilidade curricular. Esse sistema coloca os alunos como uma peça fundamental do ensino, onde eles podem escolher as próprias disciplinas que querem cursar, as que acreditam agregar ainda mais valor ao seu profissional.

Com isso, eles acabam se motivando muito mais nos estudos, o que é essencial para que não se desanimem ou desmotivam enquanto estudam.

Esse método de ensino com a flexibilidade curricular é muito importante para diminuir as evasões nas universidades e eliminar as turmas deficitárias, além de aumentar muito mais o engajamento na sala de aula entre alunos e professores, mas se os dois são importantes para ajudar no ensino-aprendizagem, qual a verdadeira diferença?

Diferenças entre flexibilizações e adaptações curriculares

Tendo isso em mente, as principais diferenças entre flexibilizações e adaptações curriculares é que na primeira os alunos escolhem as disciplinas que querem estudar, ajudando a melhorar o engajamento, evitar evasões e diminuir as turmas deficitárias.

Já na segunda, o professor tem a possibilidade de desenvolver atividades que trazem maior engajamento em sala de aula, seja passando o conteúdo através de filmes, livros ou mesmo debates.

Uma ótima alternativa para melhorar ainda mais o ensino na sua instituição é implantar os dois sistemas, onde você consegue trazer uma grande melhora nos resultados da sua universidade.

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Equipe Blox

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